“Este livro nos apresenta outros imaginários possíveis, porque traz a potência dos encontros das existências dissidentes, diz-sonantes, divergentes e desobedientes em relação às normas de gênero e sexualidade. Temos nessas páginas a potência das memórias de pessoas que se mobilizaram para desafiar os preconceitos na cidade de Alfenas, no sul de Minas Gerais, nos anos 2000. Durante 24 anos as lutas do Movimento Gay de Alfenas (MGA) possibilitaram relações de afetos, conflitos, chegadas, partidas e bandeiras de Orgulho, e políticas públicas contra o apagamento e silenciamento da comunidade LGBT+.”
Prof. Marcelo Brito (Unimontes-MG)
Marta Rovai é doutora em História Social pela Universidade de São Paulo, onde trabalha como docente colaboradora. É uma mulher cis, hetero, mãe e avó. É professora da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG). É vice-coordenadora do GT de Gênero da Anpuh-MG e diretora de História Pública da Anpuh-BR. Coordenadora do Grupo AMHOR.
“Este livro nos apresenta outros imaginários possíveis, porque traz a potência dos encontros das existências dissidentes, diz-sonantes, divergentes e desobedientes em relação às normas de gênero e sexualidade. Temos nessas páginas a potência das memórias de pessoas que se mobilizaram para desafiar os preconceitos na cidade de Alfenas, no sul de Minas Gerais, nos anos 2000. Durante 24 anos as lutas do Movimento Gay de Alfenas (MGA) possibilitaram relações de afetos, conflitos, chegadas, partidas e bandeiras de Orgulho, e políticas públicas contra o apagamento e silenciamento da comunidade LGBT+.”
Prof. Marcelo Brito (Unimontes-MG)
Marta Rovai é doutora em História Social pela Universidade de São Paulo, onde trabalha como docente colaboradora. É uma mulher cis, hetero, mãe e avó. É professora da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG). É vice-coordenadora do GT de Gênero da Anpuh-MG e diretora de História Pública da Anpuh-BR. Coordenadora do Grupo AMHOR.