O livro analisa a vivência das mulheres negras, escravizadas e libertas, em Belém do Pará, entre 1870 e 1888, de forma a compreender como o gênero, a raça e a condição jurídica eram determinantes em suas vidas. O argumento principal é que as mulheres negras se tornaram centrais nos projetos emancipacionistas para a continuidade da escravidão, sobretudo aqueles desenvolvidos em torno da Lei Eusébio de Queirós e da Lei do Ventre Livre, ao mesmo tempo em que se tornaram centrais na luta pela liberdade, influenciando o andamento da abolição da escravidão.
Cassia Moraes é graduada em Licenciatura em História e mestre em História Social da Amazônia pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Integra o Grupo de Estudos e Pesquisas da Escravidão e Abolicionismo na Amazônia (GEPEAAM) e o Grupo de Pesquisa Mundo Atlântico e Escravidão Negra na Amazônia (MAENA).
O livro analisa a vivência das mulheres negras, escravizadas e libertas, em Belém do Pará, entre 1870 e 1888, de forma a compreender como o gênero, a raça e a condição jurídica eram determinantes em suas vidas. O argumento principal é que as mulheres negras se tornaram centrais nos projetos emancipacionistas para a continuidade da escravidão, sobretudo aqueles desenvolvidos em torno da Lei Eusébio de Queirós e da Lei do Ventre Livre, ao mesmo tempo em que se tornaram centrais na luta pela liberdade, influenciando o andamento da abolição da escravidão.
Cassia Moraes é graduada em Licenciatura em História e mestre em História Social da Amazônia pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Integra o Grupo de Estudos e Pesquisas da Escravidão e Abolicionismo na Amazônia (GEPEAAM) e o Grupo de Pesquisa Mundo Atlântico e Escravidão Negra na Amazônia (MAENA).