Cultura pop e ação historiadora
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LIVRO FÍSICO

E-BOOK

R$ 50,00

Cultura pop e ação historiadora
Ricardo Santhiago e Igor Lemos Moreira (Organizadores)

LIVRO FÍSICO

E-BOOK

R$ 50,00

Páginas

304

Formato

14x21

ISBN

978-65-82009-35-8

Ano de Publicação

2026

Acabamento

Brochura

A cultura pop não pediu licença para ingressar na pesquisa histórica – e, aos poucos, vem se legitimando como um objeto de estudo instigante. A música pop, o cinema, os quadrinhos, os jogos, as performances, a presença pública de celebridades e outras ações e produções culturais vêm sendo incorporados de maneira consistente ao repertório da historiografia. Permanecem em aberto, contudo, questões relativas às consequências teóricas, metodológicas e narrativas desse encontro. Cultura pop e ação historiadora parte desse diagnóstico para examinar as conexões entre a cultura pop e a experiência histórica, as temporalidades, a memória, o consumo, a política, o gênero e a sexualidade. Ao mesmo tempo, discute de que maneira esse encontro tensiona nossa relação com os arquivos, as fontes e os métodos, bem como as formas de produção e circulação do conhecimento histórico, em diálogo com a história pública. Reunindo textos clássicos de pesquisa e debates concebidos como ensaios coletivos em presença, a obra articula pontos de vista distintos que têm em comum o exercício de compreender a cultura pop não apenas como um conjunto de objetos passíveis de estudo, mas como dimensão constitutiva da experiência contemporânea e como repertório de linguagens e procedimentos capaz de inquietar o trabalho historiográfico.
Igor Lemos Moreira é professor da Universidade Estadual do Paraná. Doutor em História pela Universidade do Estado de Santa Catarina com estágio na University of Miami. Realizou estágio pós-doutoral na Universidade Federal de São Paulo, e integra o CUME – Laboratório Interdisciplinar de Pesquisa em Cultura e Memória.

Ricardo Santhiago é historiador e comunicólogo. É professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq na área de História. Coordenador do Amabile – Arquivo da Memória Artística Brasileira e do CUME – Laboratório Interdisciplinar de Pesquisa em Cultura e Memória.
A cultura pop não pediu licença para ingressar na pesquisa histórica – e, aos poucos, vem se legitimando como um objeto de estudo instigante. A música pop, o cinema, os quadrinhos, os jogos, as performances, a presença pública de celebridades e outras ações e produções culturais vêm sendo incorporados de maneira consistente ao repertório da historiografia. Permanecem em aberto, contudo, questões relativas às consequências teóricas, metodológicas e narrativas desse encontro. Cultura pop e ação historiadora parte desse diagnóstico para examinar as conexões entre a cultura pop e a experiência histórica, as temporalidades, a memória, o consumo, a política, o gênero e a sexualidade. Ao mesmo tempo, discute de que maneira esse encontro tensiona nossa relação com os arquivos, as fontes e os métodos, bem como as formas de produção e circulação do conhecimento histórico, em diálogo com a história pública. Reunindo textos clássicos de pesquisa e debates concebidos como ensaios coletivos em presença, a obra articula pontos de vista distintos que têm em comum o exercício de compreender a cultura pop não apenas como um conjunto de objetos passíveis de estudo, mas como dimensão constitutiva da experiência contemporânea e como repertório de linguagens e procedimentos capaz de inquietar o trabalho historiográfico.
Igor Lemos Moreira é professor da Universidade Estadual do Paraná. Doutor em História pela Universidade do Estado de Santa Catarina com estágio na University of Miami. Realizou estágio pós-doutoral na Universidade Federal de São Paulo, e integra o CUME – Laboratório Interdisciplinar de Pesquisa em Cultura e Memória.

Ricardo Santhiago é historiador e comunicólogo. É professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq na área de História. Coordenador do Amabile – Arquivo da Memória Artística Brasileira e do CUME – Laboratório Interdisciplinar de Pesquisa em Cultura e Memória.

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