Espionagem, o inimigo à espreita: a Segunda Guerra Mundial e a Quinta Coluna no Pará
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LIVRO FÍSICO

E-BOOK

R$ 60,00

Espionagem, o inimigo à espreita: a Segunda Guerra Mundial e a Quinta Coluna no Pará
Tunai Rehm Costa de Almeida

LIVRO FÍSICO

E-BOOK

R$ 60,00

Páginas

264

Formato

14x21

ISBN

978-65-5330-052-1

Ano de Publicação

2026

Acabamento

Brochura

Durante a Guerra Civil espanhola foi cunhado o termo “Quinta-Coluna”, que se referia a espiões que passariam informações acerca de estratégias, organização e ações do grupo governista de Manuel Azaña Dias para o inimigo, o exército de quatro colunas lideradas pelo general Francisco Franco. Tal expressão se disseminou pelo mundo e durante a Segunda Guerra Mundial, designando aqueles que serviriam como espiões de Alemanha, Itália e Japão, conhecidos, naquele momento, como “Súditos do Eixo”. Os ascendentes destes países no Brasil foram considerados por muitos como inimigos da pátria e passaram a sofrer com hostilidades, seja através dos periódicos impressos, programas de rádio, filmes, no campo literário, ou ainda, no teatro. No estado do Pará, o desenrolar da guerra contribuiu para a formação de um cenário que contava com a construção do inimigo e, como consequência, as acusações na imprensa, a formação de campos de concentração em cidade interiorana, espionagem aliada, passeatas estudantis e disputas políticas.
Tunai Rehm Costa de Almeida é doutor em História pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e professor no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará. Desenvolve pesquisas no campo da História Cultural, com ênfase no tema da Segunda Guerra Mundial.
Durante a Guerra Civil espanhola foi cunhado o termo “Quinta-Coluna”, que se referia a espiões que passariam informações acerca de estratégias, organização e ações do grupo governista de Manuel Azaña Dias para o inimigo, o exército de quatro colunas lideradas pelo general Francisco Franco. Tal expressão se disseminou pelo mundo e durante a Segunda Guerra Mundial, designando aqueles que serviriam como espiões de Alemanha, Itália e Japão, conhecidos, naquele momento, como “Súditos do Eixo”. Os ascendentes destes países no Brasil foram considerados por muitos como inimigos da pátria e passaram a sofrer com hostilidades, seja através dos periódicos impressos, programas de rádio, filmes, no campo literário, ou ainda, no teatro. No estado do Pará, o desenrolar da guerra contribuiu para a formação de um cenário que contava com a construção do inimigo e, como consequência, as acusações na imprensa, a formação de campos de concentração em cidade interiorana, espionagem aliada, passeatas estudantis e disputas políticas.
Tunai Rehm Costa de Almeida é doutor em História pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e professor no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará. Desenvolve pesquisas no campo da História Cultural, com ênfase no tema da Segunda Guerra Mundial.

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