Com estudo refinado de um amplo conjunto de fontes, esta obra de Antonio José Alves de Oliveira nos mostra a incorporação dos sertões das capitanias do Norte da América Portuguesa nos meandros do mundo colonial como fruto de um emaranhado de negociações que envolveram desde gentes diversas advindas sobretudo dos dois lados do Atlântico até vários saberes e paisagens, em especial a materialidade tão peculiar das matas das caatingas. Trata-se de uma contribuição de excelência e inovadora, fundada em especial na luz da História Ambiental, para a compreensão das dinâmicas coloniais.
(Gabriel Pereira de Oliveira)
Antonio José Alves de Oliveira é doutor pelo Programa de Pós-Graduação em História na UFSC, com Doutorado Sanduíche na Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP). Membro Integrante do Laboratório de Estudos em História da América Colonial (LEHAC). Investigador Associado à rede Port-Al-Hist.
Com estudo refinado de um amplo conjunto de fontes, esta obra de Antonio José Alves de Oliveira nos mostra a incorporação dos sertões das capitanias do Norte da América Portuguesa nos meandros do mundo colonial como fruto de um emaranhado de negociações que envolveram desde gentes diversas advindas sobretudo dos dois lados do Atlântico até vários saberes e paisagens, em especial a materialidade tão peculiar das matas das caatingas. Trata-se de uma contribuição de excelência e inovadora, fundada em especial na luz da História Ambiental, para a compreensão das dinâmicas coloniais.
(Gabriel Pereira de Oliveira)
Antonio José Alves de Oliveira é doutor pelo Programa de Pós-Graduação em História na UFSC, com Doutorado Sanduíche na Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP). Membro Integrante do Laboratório de Estudos em História da América Colonial (LEHAC). Investigador Associado à rede Port-Al-Hist.