Este livro fala da forma como as mulheres se relacionaram com a cultura escrita, com a leitura e com os livros na França do início da Época Moderna, a partir da trajetória de três escritoras do século XVII: Madame de La Fayette, Madeleine de Scudéry e Jacqueline Pascal. Esse período da história francesa foi marcado pela inserção de um número significativo de mulheres nos ambientes de produção literária e por uma explosão de publicações de autoria feminina. Neste livro, a autora demonstra como foi possível para algumas mulheres da aristocracia adentrarem nos espaços desociabilidades letradas e tornarem-se escritoras em uma época na qual a prática da escrita carregava significados de gênero muito bem delimitados. Descobrimos, com as histórias dessas três autoras, quais foram as estratégias que elas usaram para acessar o poder da palavra escrita, que por tanto tempo havia sido reservado aos homens.
Beatriz Polidori Zechlinski é doutora em História pela UFPR, com estágio doutoral na EHESS (Paris, França). É historiadora e professora de História da PUCPR. Atualmente participa de grupos de pesquisa voltados aos estudos de gênero, à história das mulheres, à história do Feminismo e à história social: Núcleo de Estudos de Gênero (UFPR), Mulheres e Produção Cultural (UFPR) e História, Cultura e Política (PUCPR). Dedica-se especialmente ao estudo de escritoras das épocas moderna e contemporânea.
Este livro fala da forma como as mulheres se relacionaram com a cultura escrita, com a leitura e com os livros na França do início da Época Moderna, a partir da trajetória de três escritoras do século XVII: Madame de La Fayette, Madeleine de Scudéry e Jacqueline Pascal. Esse período da história francesa foi marcado pela inserção de um número significativo de mulheres nos ambientes de produção literária e por uma explosão de publicações de autoria feminina. Neste livro, a autora demonstra como foi possível para algumas mulheres da aristocracia adentrarem nos espaços desociabilidades letradas e tornarem-se escritoras em uma época na qual a prática da escrita carregava significados de gênero muito bem delimitados. Descobrimos, com as histórias dessas três autoras, quais foram as estratégias que elas usaram para acessar o poder da palavra escrita, que por tanto tempo havia sido reservado aos homens.
Beatriz Polidori Zechlinski é doutora em História pela UFPR, com estágio doutoral na EHESS (Paris, França). É historiadora e professora de História da PUCPR. Atualmente participa de grupos de pesquisa voltados aos estudos de gênero, à história das mulheres, à história do Feminismo e à história social: Núcleo de Estudos de Gênero (UFPR), Mulheres e Produção Cultural (UFPR) e História, Cultura e Política (PUCPR). Dedica-se especialmente ao estudo de escritoras das épocas moderna e contemporânea.