Um porto atlântico na América portuguesa: dinâmicas mercantis no Recife e o comércio regional no século XVIII
Thiago Dias
Loading...

LIVRO FÍSICO

E-BOOK

R$ 80,00

Um porto atlântico na América portuguesa: dinâmicas mercantis no Recife e o comércio regional no século XVIII
Thiago Dias

LIVRO FÍSICO

E-BOOK

R$ 80,00

Páginas

408

Formato

16x23

ISBN

9786553301290

Ano de Publicação

2026

Acabamento

Capa dura

Dentro da lógica colonial, a montagem de uma estrutura produtiva voltada para atender a demanda do mercado externo, exigia a conquista do território e a exploração da população escravizada. Neste processo, que acabaria por levar a formação do Brasil, os grandes “portos atlânticos” vão ocupar um papel estratégico, ponto de articulação e de enfrentamento entre a administração metropolitana, o poder local e os grandes interesses econômicos. Como Thiago Alves Dias nos mostra, os grandes portos eram o centro de uma “região colonial”, que, para além dos limites administrativos ou jurisdicionais, permitia que tanto o representante régio, bem como as elites coloniais exercessem umapreeminência política sobre vasta região. Eram também o centro econômico, favorecido pelo controle regional dos fluxos mercantis, permitindo que os grupos mercantis reinóis ali instalados exercessem um “monopólio indireto” sobre a região, beneficiando-se dos mecanismos do Antigo Sistema Colonial. Parafraseando uma velha frase, podemos dizer que a História de Pernambuco é a História do Brasil. Rodrigo Ricupero, Universidade de São Paulo
Thiago Dias é professor de História Moderna na Universidade de Pernambuco campus Petrolina. Foi Pesquisador Visitante da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro e Pesquisador Associado do INCT-Proprietas. Ultimamente tem se dedicado aos estudos em torno da história das águas, das terras e das gentes do Rio São Francisco na primeira modernidade.

Dentro da lógica colonial, a montagem de uma estrutura produtiva voltada para atender a demanda do mercado externo, exigia a conquista do território e a exploração da população escravizada. Neste processo, que acabaria por levar a formação do Brasil, os grandes “portos atlânticos” vão ocupar um papel estratégico, ponto de articulação e de enfrentamento entre a administração metropolitana, o poder local e os grandes interesses econômicos. Como Thiago Alves Dias nos mostra, os grandes portos eram o centro de uma “região colonial”, que, para além dos limites administrativos ou jurisdicionais, permitia que tanto o representante régio, bem como as elites coloniais exercessem umapreeminência política sobre vasta região. Eram também o centro econômico, favorecido pelo controle regional dos fluxos mercantis, permitindo que os grupos mercantis reinóis ali instalados exercessem um “monopólio indireto” sobre a região, beneficiando-se dos mecanismos do Antigo Sistema Colonial. Parafraseando uma velha frase, podemos dizer que a História de Pernambuco é a História do Brasil. Rodrigo Ricupero, Universidade de São Paulo
Thiago Dias é professor de História Moderna na Universidade de Pernambuco campus Petrolina. Foi Pesquisador Visitante da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro e Pesquisador Associado do INCT-Proprietas. Ultimamente tem se dedicado aos estudos em torno da história das águas, das terras e das gentes do Rio São Francisco na primeira modernidade.

VEJA TAMBÉM

A invenção do gay padrão no Brasil
Leonardo da Silva Martinelli

R$ 80,00

Arquivos, fontes e historiografia: na pesq...
Juarez José Tuchinski dos Anjos

R$ 40,00

Biblioteconomia é coisa de mulher? Relaçõe...
Esdra Basílio

R$ 40,00

Cidade escravista, territórios negros:as d...
Luiz Carlos Laurindo Junior

Comunidade São Domingos: narrativas que co...
Thaís Vieira de Sousa

R$ 40,00

Cultura pop e ação historiadora
Ricardo Santhiago e Igor Lemos Moreira (Organizadores)

R$ 50,00

De Tocaia com o meu som: banda tocaia da P...
Francisco Didier Guedes Albuquerque Junior

R$ 60,00

Do que se come: uma história do abastecime...
Sidiana da Consolação Ferreira de Macêdo

R$ 70,00