288
16x21
978-65-5330-144-3
2026
Brochura
PRÉ-VENDA – Compre o livro na pré-venda e faremos o envio a partir de 25 de agosto.
Tarefa inglória: tocaiar um som, aguardar seu acontecimento, tentar detê-lo ou aprisioná-lo. Apreendê-lo e dizê-lo em palavras. O som é um fugitivo, um navegante. Furtivo e divergente, ela sai pela tangente. O livro que vocês têm em mãos nasceu da tarefa acadêmica de tocaiar as relações entre música, história e espaços. Em terras por onde cangaceiros, coronéis e jagunços consagraram as práticas da espera, da cilada, da emboscada, da espreita, um historiador iniciante se pôs a tocaiar as sonoridades roqueiras que chegaram e se instalaram nos sertões paraibanos, gerando incomodo, dissonância, ruído, estranhamento, mas também recepção e acolhimento. Recomendo que vocês fiquem de olho, de butuca acesa, de orelha em pé, que saiam da moita e se lancem a apreciar o que esse livro tem a dizer sobre rock sertanejo. Sim, porque o sertão também é lugar para se levar uma vida roqueira e não apenas ronqueira, rouquenha, roufenha. Roqueiro no/do sertão é gente que quer mais, quer massa, quer praça, quer graça. Ao invés da carcaça, quer vidraça. Não venha com ameaça, que eles e elas traçam, retraçam, passam. Som não tem lugar, ele escapole de qualquer aprisionamento. Ele voa, escoa, amontoa, destoa. Ele diz: “estou aí, vai encarar? Vai escutar?”. Historiador sertanejo faz isso: tocaia o que ainda não foi dito e visto sobre o passado e o faz soar e ressoar em nosso tempo. Se arrisca e risca, trisca e cisca novos limites, novas fronteiras para a história. Boa leitura para quem quer sair da toca e não morrer de touca! Durval Muniz de Albuquerque JúniorPRÉ-VENDA – Compre o livro na pré-venda e faremos o envio a partir de 25 de agosto.
Tarefa inglória: tocaiar um som, aguardar seu acontecimento, tentar detê-lo ou aprisioná-lo. Apreendê-lo e dizê-lo em palavras. O som é um fugitivo, um navegante. Furtivo e divergente, ela sai pela tangente. O livro que vocês têm em mãos nasceu da tarefa acadêmica de tocaiar as relações entre música, história e espaços. Em terras por onde cangaceiros, coronéis e jagunços consagraram as práticas da espera, da cilada, da emboscada, da espreita, um historiador iniciante se pôs a tocaiar as sonoridades roqueiras que chegaram e se instalaram nos sertões paraibanos, gerando incomodo, dissonância, ruído, estranhamento, mas também recepção e acolhimento. Recomendo que vocês fiquem de olho, de butuca acesa, de orelha em pé, que saiam da moita e se lancem a apreciar o que esse livro tem a dizer sobre rock sertanejo. Sim, porque o sertão também é lugar para se levar uma vida roqueira e não apenas ronqueira, rouquenha, roufenha. Roqueiro no/do sertão é gente que quer mais, quer massa, quer praça, quer graça. Ao invés da carcaça, quer vidraça. Não venha com ameaça, que eles e elas traçam, retraçam, passam. Som não tem lugar, ele escapole de qualquer aprisionamento. Ele voa, escoa, amontoa, destoa. Ele diz: “estou aí, vai encarar? Vai escutar?”. Historiador sertanejo faz isso: tocaia o que ainda não foi dito e visto sobre o passado e o faz soar e ressoar em nosso tempo. Se arrisca e risca, trisca e cisca novos limites, novas fronteiras para a história. Boa leitura para quem quer sair da toca e não morrer de touca! Durval Muniz de Albuquerque Júnior