De Tocaia com o meu som: banda tocaia da Paraíba e a construção de uma paisagem sonora híbrida no Alto Sertão paraibano (1995-2010)
Francisco Didier Guedes Albuquerque Junior
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LIVRO FÍSICO

E-BOOK

R$ 60,00

De Tocaia com o meu som: banda tocaia da Paraíba e a construção de uma paisagem sonora híbrida no Alto Sertão paraibano (1995-2010)
Francisco Didier Guedes Albuquerque Junior

LIVRO FÍSICO

E-BOOK

R$ 60,00

Páginas

288

Formato

16x21

ISBN

978-65-5330-144-3

Ano de Publicação

2026

Acabamento

Brochura

PRÉ-VENDA – Compre o livro na pré-venda e faremos o envio a partir de 25 de agosto.

Tarefa inglória: tocaiar um som, aguardar seu acontecimento, tentar detê-lo ou aprisioná-lo. Apreendê-lo e dizê-lo em palavras. O som é um fugitivo, um navegante. Furtivo e divergente, ela sai pela tangente. O livro que vocês têm em mãos nasceu da tarefa acadêmica de tocaiar as relações entre música, história e espaços. Em terras por onde cangaceiros, coronéis e jagunços consagraram as práticas da espera, da cilada, da emboscada, da espreita, um historiador iniciante se pôs a tocaiar as sonoridades roqueiras que chegaram e se instalaram nos sertões paraibanos, gerando incomodo, dissonância, ruído, estranhamento, mas também recepção e acolhimento. Recomendo que vocês fiquem de olho, de butuca acesa, de orelha em pé, que saiam da moita e se lancem a apreciar o que esse livro tem a dizer sobre rock sertanejo. Sim, porque o sertão também é lugar para se levar uma vida roqueira e não apenas ronqueira, rouquenha, roufenha. Roqueiro no/do sertão é gente que quer mais, quer massa, quer praça, quer graça. Ao invés da carcaça, quer vidraça. Não venha com ameaça, que eles e elas traçam, retraçam, passam. Som não tem lugar, ele escapole de qualquer aprisionamento. Ele voa, escoa, amontoa, destoa. Ele diz: “estou aí, vai encarar? Vai escutar?”. Historiador sertanejo faz isso: tocaia o que ainda não foi dito e visto sobre o passado e o faz soar e ressoar em nosso tempo. Se arrisca e risca, trisca e cisca novos limites, novas fronteiras para a história. Boa leitura para quem quer sair da toca e não morrer de touca!   Durval Muniz de Albuquerque Júnior
Francisco Didier Guedes Albuquerque Junior é historiador e pesquisador musical. Atualmente é doutorando em História pelo PPGH/UFRGS, com período de intercâmbio na Universidade do Porto, em Portugal. Também é autor do livro “Canções e tensões apocalípticas” e diretor do curta-metragem documental “Filhos do caos”. Atua como divulgador científico nas redes sociais com o @historiandosons.

PRÉ-VENDA – Compre o livro na pré-venda e faremos o envio a partir de 25 de agosto.

Tarefa inglória: tocaiar um som, aguardar seu acontecimento, tentar detê-lo ou aprisioná-lo. Apreendê-lo e dizê-lo em palavras. O som é um fugitivo, um navegante. Furtivo e divergente, ela sai pela tangente. O livro que vocês têm em mãos nasceu da tarefa acadêmica de tocaiar as relações entre música, história e espaços. Em terras por onde cangaceiros, coronéis e jagunços consagraram as práticas da espera, da cilada, da emboscada, da espreita, um historiador iniciante se pôs a tocaiar as sonoridades roqueiras que chegaram e se instalaram nos sertões paraibanos, gerando incomodo, dissonância, ruído, estranhamento, mas também recepção e acolhimento. Recomendo que vocês fiquem de olho, de butuca acesa, de orelha em pé, que saiam da moita e se lancem a apreciar o que esse livro tem a dizer sobre rock sertanejo. Sim, porque o sertão também é lugar para se levar uma vida roqueira e não apenas ronqueira, rouquenha, roufenha. Roqueiro no/do sertão é gente que quer mais, quer massa, quer praça, quer graça. Ao invés da carcaça, quer vidraça. Não venha com ameaça, que eles e elas traçam, retraçam, passam. Som não tem lugar, ele escapole de qualquer aprisionamento. Ele voa, escoa, amontoa, destoa. Ele diz: “estou aí, vai encarar? Vai escutar?”. Historiador sertanejo faz isso: tocaia o que ainda não foi dito e visto sobre o passado e o faz soar e ressoar em nosso tempo. Se arrisca e risca, trisca e cisca novos limites, novas fronteiras para a história. Boa leitura para quem quer sair da toca e não morrer de touca!   Durval Muniz de Albuquerque Júnior
Francisco Didier Guedes Albuquerque Junior é historiador e pesquisador musical. Atualmente é doutorando em História pelo PPGH/UFRGS, com período de intercâmbio na Universidade do Porto, em Portugal. Também é autor do livro “Canções e tensões apocalípticas” e diretor do curta-metragem documental “Filhos do caos”. Atua como divulgador científico nas redes sociais com o @historiandosons.

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