295
16x23
978-65-82009-26-6
2026
Brochura
PRÉ-VENDA – Compre o livro na pré-venda e faremos o envio a partir de 10 de outubro.
O livro tem como foco a história colonial brasileira, buscando desmistificar a narrativa tradicional e romântica de um “povoamento” pacífico na capitania do Siará Grande, demonstrando que a formação territorial cearense não foi erguida por colonos desinteressados, mas forjada por meio de uma violenta guerra de conquista movida contra os povos indígenas por agentes militares recrutados pelo Império português. O autor debate como a primeira elite senhorial da região se consolidou ao trocar seus serviços prestados na “guerra justa” e na expulsão dos nativos por títulos distintivos, patentes militares, postos administrativos e, fundamentalmente, pela apropriação de terras na forma de sesmarias. A obra também analisa o “esgarçamento” das relações entre Estado e sociedade colonial, detalhando como as redes de alianças locais subvertiam as normas da Coroa para garantir monopólios territoriais, culminando em tensos embates de poder, como o histórico conflito entre a elite conquistadora local e os magistrados régios durante a medição de terras.PRÉ-VENDA – Compre o livro na pré-venda e faremos o envio a partir de 10 de outubro.
O livro tem como foco a história colonial brasileira, buscando desmistificar a narrativa tradicional e romântica de um “povoamento” pacífico na capitania do Siará Grande, demonstrando que a formação territorial cearense não foi erguida por colonos desinteressados, mas forjada por meio de uma violenta guerra de conquista movida contra os povos indígenas por agentes militares recrutados pelo Império português. O autor debate como a primeira elite senhorial da região se consolidou ao trocar seus serviços prestados na “guerra justa” e na expulsão dos nativos por títulos distintivos, patentes militares, postos administrativos e, fundamentalmente, pela apropriação de terras na forma de sesmarias. A obra também analisa o “esgarçamento” das relações entre Estado e sociedade colonial, detalhando como as redes de alianças locais subvertiam as normas da Coroa para garantir monopólios territoriais, culminando em tensos embates de poder, como o histórico conflito entre a elite conquistadora local e os magistrados régios durante a medição de terras.